terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Brasil tem maior número de usuários de planos de saúde em 8 anos, diz ANS

 Em dezembro, foram quase 50,5 milhões de clientes; planos odontológicos contam com quase 31 milhões de beneficiários


Na comparação com dezembro de 2021, houve crescimento de 1.590.912 de beneficiários Getty Images 

Talita Amaral e Iara Maggioni da CNN Brasil

O Brasil atingiu 50.493.061 de usuários de planos de saúde em dezembro do ano passado. É o maior número desde dezembro de 2014.

Na comparação com dezembro de 2021, houve crescimento de 1.590.912 de beneficiários. Já na comparação novembro/dezembro de 2022, aumento de 239.466 clientes.

Os números são da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O levantamento mostra que houve aumento de usuários em todos os estados brasileiros, mas o destaque fica com São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que tiveram maior ganho de beneficiários em números absolutos.

O recorte por faixa etária aponta que o maior crescimento foi de usuários entre 40 e 44 anos, seguido pela faixa etária dos 45 aos 49 anos.

Os planos de saúde odontológicos também tiveram resultados expressivos. Segundo a ANS, hoje, no Brasil, são 30.950.314 usuários desse segmento. O número representa superação do recorde histórico pela 11ª vez no ano (de fevereiro a dezembro).

Em 12 meses, houve aumento de 2.057.899 beneficiários. Na comparação novembro/dezembro de 2022, crescimento de 151.721 clientes.

Também houve acréscimo de contratações em todos os estados brasileiros. Assim como os planos de saúde padrão, no segmento odontologia o destaque também ficou com os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que são os estados mais populosos do país.

A faixa etária com maior crescimento em planos odontológicos foi dos 30 aos 34 anos. Em segundo lugar, vêm os bebês com até um ano de idade.

sábado, 21 de janeiro de 2023

Janeiro Branco: A vida pede equilíbrio

 ANS alerta sobre o cuidado com a saúde mental




Diversos são os fatores que contribuem para o adoecimento psíquico da população. O cuidado com a saúde mental deve acontecer ao longo do curso da vida, em todas as faixas etárias. Com os novos formatos de trabalho, os avanços tecnológicos e a ampliação da comunicação, a fronteira entre a vida pessoal e profissional ficou também mais diluída. Nesse contexto, o movimento Janeiro Branco sobre saúde mental, deste ano, traz como tema "A vida pede equilíbrio".

Estudos anteriores a pandemia da Covid-19 já apontavam que as doenças mentais eram cada vez mais frequentes e indicavam a necessidade de investir no cuidado em saúde mental, na prevenção e no tratamento. Por isso, desde 2004, a ANS incentiva as operadoras de planos de saúde a desenvolverem programas de promoção da saúde e prevenção de riscos de doenças (Promoprev) voltados para os cuidados em Saúde Mental. Hoje dos 1.226 dos programas de Promoprev , 149 tratam de saúde mental.   Com a pandemia de Covid-19 e, consequentemente, a mudança de hábitos de vida com o isolamento imposto, a gravidade da doença e as perdas de entes queridos só agravaram o cenário da saúde mental no Brasil.

Segundo dados do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, em 2021 foram registradas 221.486 internações psiquiátricas, o que corresponde a 2,87% das internações do ano. Quanto às sessões de psicoterapia individuais, no mesmo ano elas somaram mais de 4,7 milhões em todo o Brasil, sendo que só o estado de São Paulo concentra mais de 3,1 milhões deste total.

Burnout

Um transtorno passou a ser mais frequente diante das características do modo de vida da sociedade contemporânea, especialmente a urbana: a Síndrome de Burnout. Também chamada síndrome do esgotamento físico e psicológico no ambiente profissional, ela é uma síndrome concebida como resultante do estresse crônico no contexto laboral que não foi efetivamente administrado. Ou seja, o Burnout – que em inglês quer dizer ‘esgotamento’ – é resultante da relação do sujeito com o seu meio de trabalho e se desenvolve gradualmente por conta de desequilíbrio, em situações de estresse constante ou prolongado no ambiente profissional.

A OMS define como doença ocupacional os problemas de saúde contraídos pelo trabalhador após ficar exposto a fatores de risco decorrentes da sua atividade laboral, que afetam sua saúde física e mental.

E quais são suas características? O Burnout se desenvolve de forma lenta e progressiva, acumulando sinais e sintomas, que nem sempre aparecem ao mesmo tempo, por isso muitas vezes passam despercebidos. Seus sintomas muitas vezes são semelhantes aos de outras condições de saúde como estresse, fadiga, ansiedade e depressão. Entretanto, é importante ressaltar que Burnout e estresse, por exemplo, não são a mesma coisa e podem ser confundidos. Estresse é uma reação fisiológica automática do corpo a circunstâncias que exigem ajustes comportamentais e grande esforço emocional e pode estar relacionada a qualquer esfera da vida. Depois da situação estressante e de descansar, a pessoa retorna ao equilíbrio.

É importante ressaltar que todo diagnóstico deve ser realizado por um profissional de saúde mental (psicólogo ou psiquiatra), quem poderá melhor orientar formas de tratamento, conforme cada caso particular. O beneficiário do plano de saúde, que já contava com consultas com psiquiatras e psicólogos, teve, em 2022, mais uma importante conquista quando a ANS aprovou  o fim da limitação do número de consultas e sessões com psicólogos.

Saúde mental e Atenção Primária

A ANS também instituiu em 2018 e atualizou em 2022 o programa de Certificação em Boas Práticas em Atenção Primária à Saúde (APS), que estimula os profissionais a reconhecerem demandas de saúde mental e a intervirem em caso de queixas oriundas dos pacientes que chegam aos serviços de saúde.

No mesmo ano foi realizado pela agência o Webinário “A Atenção Primária à Saúde e o Projeto Cuidado Integral na Saúde Suplementar”, que contou com a mesa “O cuidado da saúde mental na APS (Atenção Primária à Saúde)”. Acesse aqui o evento.

Campanha Janeiro Branco

Criada pelo psicólogo e palestrante mineiro Leonardo Abrahão, a campanha Janeiro Branco acontece desde 2014 para estimular a sociedade a debater a importância da saúde mental nas relações humanas.  

Para saber mais sobre o Janeiro Branco ou aderir ao movimento, acesse o site oficial da Campanha.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

Plano de saúde é selo ouro da ANS com quase 300 mil beneficiários

Presente em mais de 70 municípios capixabas, a Samp é a maior operadora de medicina de grupo do Espírito Santo


A Samp tem clínica própria no Life Vix Mall, na avenida Leitão da Silva, umas das principais de Vitória. (Samp/ Divulgação)
 

Há mais de 30 anos, a Samp é referência em saúde suplementar no Espírito Santo. A história da empresa, capixaba de coração, começou em São Paulo, no final da década de 1980, mas a atuação no Espírito Santo veio logo depois, em 1991, com uma ascensão meteórica. Bastaram dois anos em território capixaba para que a Samp conquistasse 14 mil clientes, número que cresceu ano após ano e hoje soma quase 300 mil beneficiários.

Com uma rede de atendimento que inclui mais de 1.500 prestadores credenciados, presente em mais de 70 municípios capixabas, a Samp Assistência Médica é a maior operadora de medicina de grupo do Espírito Santo e a primeira no Estado a receber o selo ouro, nível máximo na certificação de qualidade da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

A empresa conta com seis clínicas próprias em Vitória, Serra, Vila Velha, Cariacica, Aracruz e Cachoeiro de Itapemirim.

"Oferecer um atendimento de qualidade, focado no acolhimento e na promoção da saúde de seus beneficiários é o compromisso da Samp"

Fernando de Souza Aguiar
Diretor Comercial e de Marketing da Samp

Localizado no Life Vix Mall, na avenida Leitão da Silva, umas das principais de Vitória, o espaço conta com clínica eletiva própria, clínica de assistência oncológica (Oncomédica), pronto-atendimento (Vitória Apart Hospital), clínica exclusiva para a saúde da mulher (Espaço Mulher) e atendimento pediátrico.

Os clientes da Samp também contam com uma extensa lista de especialidades contempladas pelo serviço de telemedicina, onde não há cobrança de coparticipação. O acesso às consultas, solicitação de exames e outros serviços é feito pelo aplicativo da operadora. Além das consultas emergenciais no Pronto-Socorro Virtual 24 horas, são oferecidas ainda mais de 40 especialidades para consultas eletivas que podem ser realizadas, inclusive, nos finais de semana.

“Essa foi uma demanda que surgiu durante a pandemia, mas que continua crescendo.

Entramos com a telemedicina para que estivéssemos presentes em todo o Estado de uma forma mais rápida e segura. Os benefícios são muitos, e atendem tanto ao beneficiário quanto ao médico. Oferecemos uma gama maior de especialistas sem precisar de uma grande infraestrutura ou que o usuário se desloque de sua casa, diminuindo a distância entre paciente e médico”, explica Fernando de Souza Aguiar.
 Fernando de Souza Aguiar,  diretor Comercial e de Marketing da Samp


DNA Empresarial

Com DNA empresarial, a Samp tem opções de planos de saúde para empresas e também para microempreendedores. O MEI agora pode ter um plano de saúde empresarial, a partir de uma vida, com cobertura para exames, consultas, procedimentos, internações, cirurgia e parto, além de atendimento de urgência e emergência. As opções vão desde o atendimento exclusivo na rede própria até planos com cobertura estadual e nacional.

“A partir de R$ 124,90 você tem acesso a um plano empresarial completo, com atendimento hospitalar no melhor hospital do Espírito Santo, que é o Vitória Apart Hospital. Temos muitas empresas que precisam de plano de saúde no Estado, e a nossa intenção é sempre trabalhar com a qualidade de vida do nosso beneficiário. Queremos contribuir com a promoção de saúde e o bem-estar nas empresas para que o colaborador possa trabalhar mais feliz, com maior controle do absenteísmo e aumento da produtividade. O plano de saúde empresarial é o nosso DNA”, afirma.

A Samp hoje integra a maior rede de operação de planos de saúde em território capixaba, a Athena Saúde. A operadora planeja continuar a crescer em 2023 e vai priorizar a qualidade dos serviços prestados no Espírito Santo. A meta é ser referência em plano empresarial no Estado.

O planejamento para o próximo ano é um crescimento de 12% nas receitas da operadora, além de um aumento 10% acima do mercado para o número de vidas atendidas.

“Queremos fidelizar o cliente pela qualidade dos serviços prestados. Hoje, no Espírito Santo, a Samp possui quase 300 mil beneficiários em sua rede e acreditamos que em 2023 cresceremos ainda mais”, conclui.

Fonte: A Gazeta

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

ANS vai certificar planos de saúde que buscam reduzir cesáreas desnecessárias

 

O Manual de Certificação de Boas Práticas em Parto Adequado, que define os critérios para o reconhecimento, já passou por consulta pública



A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai lançar neste ano uma certificação para reconhecer planos de saúde que promovam o parto adequado e combatam o alto índice de cesarianas desnecessárias na rede privada de saúde. 

O Manual de Certificação de Boas Práticas em Parto Adequado, que define os critérios para o reconhecimento, já passou por consulta pública.

A certificação é um dos resultados do Movimento Parto Adequado, iniciativa da ANS em parceria com o Institute for Healthcare Improvement (IHI) dos Estados Unidos e o Hospital Israelita Albert Einstein. O projeto foi iniciado em 2015 com o objetivo de engajar operadoras de saúde e hospitais na adoção de modelos de assistência que valorizem o parto normal e reduzam o número de cesarianas sem indicação clínica.

O Brasil tem uma das maiores taxas de cesárea do mundo. Em 2021, o índice geral foi de 57%. Se analisados somente os partos feitos na rede privada, o porcentual de cesáreas ultrapassa os 80%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a taxa adequada de nascimentos via cesariana seja de 10% a 15%.

Nos oito anos do Movimento Parto Adequado, 125 hospitais e 68 operadoras participaram de ao menos uma das fases do projeto. 

De acordo com Angélica Carvalho, diretora-adjunta de desenvolvimento setorial da ANS, a ideia é que a experiência acumulada no projeto sirva de base para que outras operadoras, participantes ou não do movimento, possam, ao buscarem a certificação, adotar melhores práticas no cuidado à gestante.

"No projeto, fizemos tutorias com os estabelecimentos e operadoras participantes e construímos protocolos. O objetivo da certificação é que todas as operadoras possam consultar esses protocolos e realizar suas atividades independentemente de uma tutoria", afirma.

Ela explica que a busca pela acreditação será voluntária, mas diz esperar que as empresas busquem o selo por ser um importante indicador de qualidade para os clientes. "As empresas que se voluntariarem para a certificação serão verificadas por entidades acreditadoras autorizadas pela ANS. Quem aderir ganhará pontuação no IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar)", afirma Angélica.

De acordo com o manual de certificação, as operadoras serão avaliadas em sete requisitos: planejamento e estruturação técnica, uso e disseminação de práticas baseadas em evidências, interações centradas na mulher e na criança, acompanhamento do ciclo gestacional e puerperal, integração entre operadora e hospital, monitoramento e avaliação da qualidade e modelos inovadores de remuneração baseados em valor.

Em cada um dos sete requisitos, a operadora terá um conjunto de itens essenciais (obrigatórios) para a certificação e outros complementares e de excelência. De acordo com o índice de cumprimento desses itens, a operadora poderá ser certificada em três níveis: básico (nível 3), intermediário (nível 2) e pleno (nível 1).


Os itens essenciais deverão ser respeitados em todos os níveis de certificação. Para a certificação básica, a empresa deverá também atender a 20% dos itens de excelência, entre outros critérios. No nível intermediário de acreditação, será necessário alcançar 50% dos indicadores de excelência e, para a certificação no nível pleno, esse porcentual deverá ser de 80%.

Entre as dezenas de itens que serão checados estão a conduta da operadora nos casos de gestantes que tentam agendar cesariana sem indicação clínica antes das 39 semanas de gravidez, a disponibilização de informações às pacientes sobre o parto normal com base em evidências científicas, a formalização, junto aos hospitais, de protocolos de manejo da dor, e a garantia de ter, em sua rede credenciada, hospitais com equipe mínima de plantão multiprofissional para atenção obstétrica e neonatal.

A certificação terá duração de dois anos e, para sua renovação, as operadoras terão que monitorar três macroindicadores, com metas para cada um deles: ampliar em 6% a proporção de partos vaginais e reduzir, também em 6%, as taxas de mulheres em condições potencialmente ameaçadoras à vida e de admissão de bebês em UTI neonatal.

Se a operadora não atingir essas metas, ela não perderá automaticamente a certificação, mas os indicadores serão usados pela ANS para acompanhamento do desempenho da empresa.

De acordo com Angélica, a agência planeja ampliar, em 2024, o programa de certificação também para hospitais e outros prestadores de serviço da saúde suplementar, como médicos e clínicas. Com isso, será possível saber se uma maternidade ou obstetra segue os requisitos de valorização do parto normal.

Fonte: Folha Vitória

MPF reforça validade de direitos do consumidor na relação com planos de saúde

 

Especialistas confirmam que as normas de proteção ao consumidor devem ser balizadoras de contratos e serviços prestados pelas operadoras


Uma decisão do Ministério Público Federal (MPF) de não aceitar recurso de um plano de saúde que contestava o reembolso a um beneficiário que pagou para colocar próteses, órteses e acessórios, jogou luz sobre a aplicação do Código de Defesa do Consumidor nas relações entre as operadoras e os clientes. O pedido da operadora veio após desdobramentos de Ação Civil Pública, interposta pelo paciente. 

Na ocasião, o subprocurador-geral da República Juliano Baiocchi analisou um pedido para recurso da Golden Cross Assistência Internacional de Saúde, que tentava reverter uma decisão judicial que garantia a um beneficiário a compensação financeira por ter pago por próteses, órteses e acessórios. Na decisão, houve entendimento de que a empresa agiu de forma abusiva ao negar autorização para um procedimento cardíaco em que os ítens que foram comprados seriam colocados. 

Nesse sentido, o subprocurador, ao não aceitar o pedido da empresa, reconheceu a possibilidade de incidência do Código de Defesa do Consumidor nas relações privadas relativas à assistência à saúde, “em especial, nas disposições que vedam a existência de cláusulas abusivas, como é caso dos autos”, frisou o MPF.

Para a diretora Jurídica do Instituto de Defesa do Consumidor e do Contribuinte (IDC), Renata Abalém, o parecer do MPF confirmou, com base em decisões dos tribunais superiores, a obrigatoriedade dos planos em reembolsar os beneficiários que tiveram de pagar por algum procedimento negado pela operadora. Por se tratar de Ação Civil Pública, reforça a advogada, a decisão pode ser utilizada por outros clientes em situação parecida.

“A Ação é de 2003, então todos os consumidores que pagaram por órtese, prótese e acessórios e tiveram os pedidos de reembolso negados, vão ter direito a pegar essa decisão e executar. Ou seja, só cobrar do plano o valor que foi gasto”, detalhou Abalém, que também integra a Comissão de Direito do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB/SP).

Fonte: O Tempo

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Geap, que opera planos de saúde de servidores federais, terá reajuste anual de 9,11% a partir de fevereiro Servidores federais podem aderir a plano de saúde da Geap sem carência

 


 

A Geap Saúde, que opera os serviços de saúde para servidores federais, anunciou que vai aplicar nas mensalidades uma correção de 9,11% em planos com data-base em fevereiro de 2023. O percentual está abaixo do teto determinado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), de 15,5%.

Os planos que sofrerão reajuste representam 86% da carteira da Geap, e estão vinculados a convênio celebrado entre a Geap e a União em 2013. São eles: Geap Saúde I e II, Geap Referência, Geap Essencial, Geap Clássico e Geap Família.

Fonte: Extra

Planos de saúde terão que cobrir remédio mais caro do mundo, determina ANS

Zolgensma é usado no tratamento de AME (atrofia muscular espinhal) e pode custar até R$ 6,5 milhões   A ANS (Agência Nacional de Saú...